Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens

Kaspersky Lab identifica campanha de ciberespionagem Outubro Vermelho

Operação é dirigida a orgãos diplomáticos e governamentais em todo o mundo, inclusive brasileiro, e visava o roubo de dados de inteligência geopolítica e a infecção de sistemas, dispositivos móveis e redes empresariais

São Paulo, 14 de Janeiro de 2013 – A Kaspersky Lab anuncia a descoberta de uma nova campanha de ciberespionagem dirigida a órgãos diplomáticos e centros de investigação científica e governamentais em operação há pelo menos cinco anos. Os alvos são países do leste europeu, ex-membros da União Soviética e países da Ásia Central, embora entre as vítimas se encontre também órgãos da Europa Ocidental, América do Norte, Brasil e Chile.

Em Outubro de 2012, a equipe de analistas da Kaspersky Lab iniciou uma investigação com base em uma série de ataques dirigidos contra redes informáticas internacionais de diferentes agências de serviços diplomáticos. Segundo o relatório da empresa, a Operação Outubro Vermelho, também chamada “Rocra” pela sua sigla em inglês, foi iniciada em 2007 e ainda está ativa nos dias de hoje.

Foram uitlizadas duas técnicas para a identificação do malware: a Kaspersky Security Network (KSN), rede de proteção baseada na nuvem presente em todos os produtos da empresa, que permitiu confirmar a infecção em centenas de embaixadas, institutos de investigação científica, consulados e sistemas governamentais e organizacionais foram infectados; e a criação de um servidor sinkhole, que permitiu determinar 55 mil ligações (de 250 endereços IPs em 39 países diferentes) realizadas no período entre novembro de 2012 e janeiro de 2013. A KSN detectava o código do exploit utilizado na operação Rocra desde 2011.

O principal objectivo dos criadores é obter documentos privados das organizações comprometidas, como dados de inteligência geopolítica, bem como credenciais de acesso a sistemas restritos, dispositivos móveis pessoais e equipamentos de rede. Os cibercriminosos usavam a informação coletadas nas redes infectadas para ter acesso a sistemas adicionais. Por exemplo, as credenciais roubadas eram compiladas numa lista, que era utilizada para adivinhar senhas ou frases de acesso em outros sitemas críticos.

Os ataques concentram-se em agências diplomáticas e governamentais de diversos países de todo mundo, além de instituições de investigação, empresas de energia nuclear, comércio e indústrias aeroespaciais. A disseminação da campanha de ciberespiopnagem era realizada por meio de mensagens de phishing com um trojan personalizado, que era o responsável pela infecção do sistema de email malicioso e incluía exploits manipulados por vulnerabilidades de segurança dentro do Microsoft Office e Microsoft Excel.

Os criadores do Outubro Vermelho desenvolveram seu próprio malware, identificado como "Rocra", que contava com uma arquitetura modular própria, composta por extensões, módulos maliciosos e trojans backdoors. A plataforma de ataque era multifuncional e utilizava diferentes extensões e arquivos maliciosos para se configurar adequadamente aos diferentes sistemas-alvos e extrair as informações dos equipamentos infectados. A plataforma do Rocra ainda nao havia sido identificada em nenhuma campanha de ciberespionagem anterior.

Entre as principais descobertas, destaque-se:

· Módulo de ressurreição: embutido em um plug-in dentro do Adobe Reader e na instalação do Microsoft Office, possibilita que o malware se reinstale, caso o corpo principal da infecção fosse eliminado ou o sistema fosse corrigido.

· Módulos de encriptação de espionagem avançada: o o principal objetivo dos módulos de espionagem eramo roubo de informação. Incluindo arquivos de diferentes sistemas de encriptação, como o Acid Cryptofiler, que é conhecido por ser utilizado para proteger informação sensível em organizações como a OTAN, a União Européia, o Parlamento Europeu e a Comissão Europeia desde o Verão de 2011.

· Dispositivos móveis: além de atacar estações de trabalho tradicionais, o malware é capaz de roubar dados de dispositivos móveis, como smartphones (iPhone, Nokia e Windows Mobile), incluindo informações de configuração de redes corporativas, como routers ou switches, bem como arquivos apagados de discos rígidos externos.

· Identificação do atacante: com base no registro de dados nos servidores C&C e dos numerosos “artefatos” deixados nos executáveis do malware, existe uma forte evidência indicando que os atacantes têm origens relacionadas com o idioma russo. Além disso, os executáveis utilizados eram desconhecidos até há pouco tempo e não foram encontrados em ataques de ciber-espionagem analisados pela Kaspersky Lab anteriomente.

A Kaspersky Lab, em colaboração com organizações internacionais, autoridades e CERTs (equipes de resposta a incidentes de segurança), continuará sua investigação sobre o Rocra. A empresa agradece ainda a US-CERT, o CERT Romeno e Bielorrusso pela sua ajuda com a investigação.

Os produtos da Kaspersky Lab detectam o malware Rocra como Backdoor.win32.sputnik, bloqueando-o e desativando-o.

Mais informaçãos sobre a campanha Outubro Vermelho , acesse http://www.securelist.com/en/blog/785/The_Red_October_Campaign_An_Advanced_Cyber_Espionage_Network_Targeting_Diplomatic_and_Government_Agencies.

Sobre a Kaspersky Lab

A Kaspersky Lab é o maior fornecedor privado de soluções de proteção de endpoint do mundo. A empresa está classificada entre os quatro principais fornecedores de soluções de segurança para usuários de endpoint do mundo*. Durante todos os seus 15 anos de história, a Kaspersky Lab continua sendo inovadora em segurança de TI e fornece soluções de segurança digital eficientes para consumidores, pequenas e médias empresas e grandes corporações. Atualmente, a empresa opera em quase 200 países e territórios ao redor do globo, fornecendo proteção para mais de 300 milhões de usuários em todo o mundo. Saiba mais em http://brazil.kaspersky.com.

*A empresa ficou na quarta posição na classificação da IDC de Worldwide Endpoint Security Revenue by Vendor (Receita em segurança de endpoint no mundo por fornecedor), 2011. Essa classificação foi publicada no relatório da IDC "Worldwide Endpoint Security 2012-2016 Forecast and 2011 Vendor Shares (Previsão de 2012-2016 de segurança de endpoint em todo o mundo e participações de fornecedores em 2011) (IDC #235930, julho de 2012). O relatório classificou os fornecedores de software de acordo com as receitas de vendas de soluções de segurança de endpoint em 2011.

Kaspersky Lab recebe o prêmio anual de produto do ano da AV-Comparatives

São Paulo, 26 de janeiro de 2012 – A Kaspersky Lab recebeu o prêmio “Produto do Ano” do respeitado laboratório independente de testes AV-Comparatives pelos resultados de testes gerais do ano de 2011. O prêmio se baseia nos resultados de nove testes comparativosdiferentes realizados em soluções antivírus domésticas ao longo do ano, o que, no caso da Kaspersky Lab, envolve dois produtos: oKaspersky Anti-Virus e o Kaspersky Internet Security. A Kaspersky Lab foi o único participante que obteve a classificação mais alta –Advanced+ – em todos os nove testes.

Para decidir a nomeação do Produto do Ano, os especialistas da AV-Comparatives avaliaram o nível de detecção de programas maliciosos e a eficiência dos algoritmos heurísticos, o número de falsos positivos, o uso de recursos, a eficácia do tratamento de sistemas infectados e a eficiência em cenários “reais”do usuário das soluções. Cada um desses parâmetros foi avaliado de maneira objetiva de acordo com os resultados nos testes correspondentes realizados durante o ano. Consequentemente, pela terceira vez na história dos prêmios anuais, a Kaspersky Lab ganhou o Produto do Ano.

Durante 2011, os produtos da Kaspersky Lab participaram de nove testes comparativos de soluções antivírus ou pacotes de segurança de Internet. Em cada um deles, foram avaliadas as diferentes características funcionais das soluções na proteção de computadores das ameaças atuais. Em todos os testes, as duas soluções da Kaspersky Lab receberem o nível Advanced+, com excelentes resultados nos dois principais indicadores de qualidade de soluções de segurança para o consumidor: a eficiência de detecção de malware e o número mínimo de falsos positivos. A AV-Comparatives também exaltou bastante a capacidade dos produtos da Kaspersky Lab de neutralizar totalmente sistemas infectados por malware e sua exigência mínima de recursos.

Foi feito um elogio específico ao Kaspersky Internet Security 2012 no relatório da análise anual da AV-Comparatives. A análise do produto destacou sua fácil instalação, sua funcionalidade completa no modo de segurança do Windows e a qualidade do suporte ao usuário online. Anova interface de usuário do produto e a abrangente documentação técnica também foram bastante elogiadas.

Comentando sobre a obtenção do prestigiado prêmio anual da AV-Comparatives, Eugene Kaspersky, CEO e fundador da Kaspersky Lab, disse: “Já faz muitos anos que nossos produtos são testados de forma independente pela AV-Comparatives, e nunca perdemos um único teste. Nunca tivemos medo de descobrir nossos erros por meio desses testes; na verdade, pelo contrário, queremos conhecê-los logo para poder fazer tudo o que pudermos para corrigi-los rapidamente. No passado, recebemos algumas críticas dos especialistas de laboratórios de testes e nos baseamos neles para melhorar nossos produtos. O fato de nossos produtos terem sido reconhecidos como de melhor qualidade com base nos diferentes testes comparativos de 2011 e obtido melhor classificação em cada um deles é um feito do qual podemos realmente nos orgulhar, principalmente devido à independência, o conhecimento e a consciência inigualáveis da AV-Comparatives”.

Andreas Clementi, Presidente da AV-Comparatives, declarou: “Este ano, decidimos reconhecer todos os produtos com excelentes resultados gerais, concedendo a eles o novo prêmio Top Rated da AV-Comparatives. No entanto, ainda temos apenas um Produto do Ano. O prêmio de 2011 foi para a Kaspersky Lab. Seus produtos de segurança não dependem de uma única tecnologia, mas fornecem proteção extensiva usando uma grande variedade de mecanismos diferentes, incluindo, por exemplo, a heurística, a detecção comportamental, recursos em nuvem, assinaturas e outros, sem depender demais de componentes individuais.

Como resultado, o usuário fica protegido em todos os cenários de computador, mesmo quando offline. A nuvem é usada como um complemento prático às outras tecnologias e não para substituí-las. Os produtos da Kaspersky Lab também oferecem diversas ferramentas e recursos, como por exemplo para limpar computadores infectados. Como resultado, a Kaspersky Lab foi o único fornecedor a receber a classificação Advanced+ em todos os testes realizados pela AV-Comparatives em 2011, sendo assim o vencedor óbvio do prêmio Produto do Ano”.

O relatório de 2011 da AV-Comparatives está disponível no site do laboratório de testes.

Qualitek contrata Analistas de Service Desk e Estagiário em TI

A Qualitek Tecnologia em fase de expansão e consolidação no mercado nacional, oferece oportunidades de trabalho para jovens que busquem o desenvolvimento dos seus conhecimentos e aprendizado de novas tecnologias relacionadas à TI e Segurança da informação.

Oferecemos o melhor ambiente de trabalho para crescimento e desenvolvimento profissional em Natal/RN.

Caso identifique-se com alguma das oportunidades abaixo, entre em contato conosco através do email carreiras@qualitek.com.br:

  • Analisa de Service Desk (2 vagas)
    - Pelo menos 1 ano de Experiência em TI
    - Conhecimentos de TCP/IP e Roteamento
    - Conhecimentos da plataforma Windows - Server e Deskptop
    - Desejável certificação ITIL e Lingua Inglesa
    - Curso superior pelo menos em andamento
    - Jornada de 44 horas semanais (Segunda a Sábado)
    - Turnos: Manhã-Tarde e Tarde-Noite
    • Benefícios:
      - Salário compatível com a função
      - 14o Salário
      - Vale Refeição
      - Assistência Médica
      - Treinamentos e Certificações
      - Ambiente de trabalho excelente
  • Estagiário de TI
    - Cursando Superior na Área
    - Turno de 6 horas/dia
    - Bolsa auxílio
    - Treinamentos e Certificações- Ambiente de trabalho excelente

Interessados, por favor enviem email com curriculo colocando no assunto a vaga desejada para carreiras@qualitek.com.br

Novo programa malicioso, Duqu, ataca alvos no Irã e no Sudão

Os especialistas da Kaspersky Lab apresentam conclusões preliminares sobre a investigação de um novo programa malicioso, chamado Duqu. Apesar de novo, o programa compartilha semelhanças com outro que atacava instalações industriais iranianas, o Stuxnet. Embora não se saiba o objetivo final dos criadores dessa mais recente ameaça cibernética, está claro que o Duqu é uma ferramenta universal usada em ataques específicos a um número limitado de alvos, podendo ser modificado de acordo com o propósito esperado. Algumas conclusões e fatos sobre o Duqu e suas ações:

1. Até agora, os incidentes ocorreram apenas no Irã e no Sudão

2. Não existe nenhuma ligação das vítimas com o programa nuclear do Irã

3. Todo e cada incidente é único e possui seus próprios arquivos, que usam nomes e checksums (somas de verificação) diferentes

4. É usado em ataques específicos, com vítimas cuidadosamente selecionadas

5. Sabe-se que existem pelo menos 13 arquivos de driver diferentes, dos quais se tem apenas seis até o momento

6. Não foram encontrados nenhum modulo de uso ‘keylogger’. Ou nunca foi usado nesta série de incidentes em particular, ou foi criptografado, ou foi deletado dos sistemas

7. A análise do driver igdkmd16b.sys demonstra a presença de uma nova chave criptográfica, o que significa que os métodos de detecção existentes dos arquivos PNF (DLL principal) não funcionam. Está evidente que a DLL tem sido codificada de forma diferente a cada ataque. Métodos de detecção da maioria dos fornecedores de antivírus são capazes de identificar com sucesso os drivers Duqu, mas é quase 100% certo de que o componente DLL principal (PNF) passará despercebido.

8. É uma estrutura multifuncional, capaz de trabalhar com todo e qualquer número de módulos. Também pode ser totalmente customizada e é universal

9. A biblioteca principal (PNF) é capaz (export 5) de reconfigurar e reinstalar completamente o pacote. É capaz de instalar os drivers e criar componentes adicionais, gravar tudo no registro, etc. Isso significa que se houver uma conexão para ativar o  C&C e os comandos, então a infra-estrutura do Duqu em um determinado sistema pode ser alterada por completo

10. Os autores do Duqu conseguiram instalar os módulos atualizados em sistemas infectados pouco tempo antes das informações sobre este malware serem publicadas, porque ainda são descobertos drivers do Duqu criados em 17 de outubro de 2011. Não se pode descartar a possibilidade de que foram capazes de mudar o C&C

11. Não se deve descartar que o C&C conhecido na Índia foi usado somente no primeiro incidente e que existam C&Cs únicos para cada alvo, incluindo os encontrados pela Kaspersky Lab

12. Informações de que o Duqu age em sistemas infectados por apenas 36 dias não estão totalmente corretas.

Confira o post completo em: http://www.securelist.com/en/blog/208193197/The_Mystery_of_Duqu_Part_Two (conteúdo em inglês).

Ataques de phishing roubam milhas aéreas

Em dezembro de 2010, escrevemos nossas previsões para 2011 sobre os ciberataques que roubariam tudo. De fato, os cibercriminosos estão interessados em roubar todo tipo de dado, inclusive as milhas acumuladas em programas de pontos.

Clientes de companhias aéreas brasileiras estão sendo vítimas de uma verdadeira avalanche de ataques que visam roubar as contas dos usuários e suas milhas nos programas de fidelidade.

Os ataques envolvem o envio em massa de mensagens de phishing que prometem, entre outras coisas, mais pontos nos programas, viagens gratuitas ou supostos prêmios. Em alguns casos também são utilizados trojans que direcionam as vítimas para sites falsos:

image
Os criminosos virtuais também registram domínios maliciosos com nomes que parecem estar relacionados às companhias aéreas, quando de fato não estão. Alguns exemplos podem ser vistos aqui, aqui e aqui. Todos eles solicitam o número de cadastro e a senha do cliente. Com essas informações em mãos, as milhas podem ser roubadas:

image
 

Em matérias publicadas na imprensa, alguns clientes relatam terem perdido até R$12 mil com o roubo de suas milhas. De modo geral, não é possível transferir os pontos a terceiros, porém os cibercriminosos conseguem emitir os bilhetes em nome de laranjas ou por meio de documentos falsos.

Não é a primeira vez que este tipo de ataque é registrado. Em junho de 2011, na Alemanha, uma nova versão do trojan bancário SpyeEye roubava milhas de clientes de uma companhia aérea local.

O aspecto mais interessante dos últimos ataques é que os pontos roubados são utilizados como moeda de troca. Num canal IRC (Internet Relay Chat), um criminoso negocia o acesso a uma botnet brasileira composta por mais de 3 mil máquinas que podem enviar “mensagens de spam ilimitadas”. O acesso à rede de computadores zumbi é vendido por R$100 ou 60 mil milhas de certa companhia aérea, conforme exemplo abaixo:

image

Este outro troca pontos por cartões de crédito roubados:

image

Fique atento: não clique em links que prometem recadastro ou prêmios. Em caso de dúvida, ligue para sua companhia aérea. Os sites falsos usados nesse tipo de golpe são bloqueados pelo antiphishing dos produtos da Kaspersky Lab.
Post enviado pela Assessoria de Imprensa da Kaspersky Labs

Quais os principais programas maliciosos? Onde estão? Onde atacam? Relatório da Kaspersky responde

Os dados estatísticos mencionados neste artigo englobam todos os países da América do Sul e também os da América Central e Caribe. As estatísticas estão baseadas nos dados obtidos pelo Kaspersky Security Network entre janeiro e março de 2011 e ajudam a entender a proporção geral dos ataques e as tendências atuais na região.
Os 20 principais programas maliciosos
É interessante notar que pelo menos um terço dos malware mais disseminados na região da América Latina são as ameaças do "dia zero", que podem ser detectadas com bons sistemas heurísticos, mas não com tecnologias padrão, como as utilizadas para detecção por assinaturas.
image
Além disso, várias ameaças antigas ainda circulam "sem contenção" após mais de dois anos. A referência é especificamente ao verme Kido e suas variantes. Esse worm ainda está entre as ameaças mais comuns e os meios de propagação ainda são os dispositivos USB, recursos compartilhados da rede local e vulnerabilidades. Isso nos faz pensar que, na América Latina, ainda temos um longo caminho a percorrer em relação aos sistemas de gestão da segurança, políticas de uso de dispositivos USB e políticas de segurança em geral. Muitos sistemas operacionais ainda não estão atualizados e por isso são reinfectados facilmente.
Vale a pena mencionar que os dispositivos USB parecem ser o principal meio de infecção na América Latina. A lista dos 20 principais malware confirma isso, pois os vírus Sality, Autoit, VBNA e Virut, entre outros, se propagam exatamente por esse meio.
O programa indesejado, chamado HackTool.Win32.Kiser.zv, em nono lugar na lista, é um crack que permite reiniciar o tempo de validade da versão de teste dos produtos Kaspersky. Isso significa que os índices de pirataria na região são altíssimos. Aqui não estão incluídos somente os aspectos legais. Em muitos casos, as infecções por malware ocorrem precisamente por não haver produtos licenciados que, por sua vez, não são atualizados. Como, geralmente, as atualizações só estão disponíveis para produtos com licenças válidas, as vulnerabilidades das aplicações desatualizadas dão aos criminosos cibernéticos grandes chances de infectar sistemas com facilidade.
Podemos mencionar ainda a presença de falsos antivírus (Rogue/Fake AVs) e também cavalos de tróia do tipo Downloader, que geralmente vêm acompanhados por cavalos de tróia do tipo Banker, que roubam informações bancárias das vítimas e, por consequência, seu dinheiro.
Vítimas por região geográfica
image
As duas primeiras posições da lista de vítimas por região são facilmente justificadas, uma vez que se tratam dos países com maior população e alto grau de adoção de internet. No entanto, é surpreendente verificar que a Venezuela ocupa o 3° lugar. O mesmo se pode dizer da Colômbia, a 4ª colocada.
Em relação à lista de vírus de 2010 (http://www.viruslist.com/sp/analysis?pubid=207271111) e a compararmos com os resultados atuais, vemos que o Brasil alcançou o 1° lugar devido à quantidade de ataques, enquanto a Venezuela seguiu o mesmo caminho, desbancando a Colômbia do 3° para o 4° lugar.
A quantidade de ataques registrados pode estar relacionada aos índices de crescimento dos crimes cibernéticos. Isso porque, atualmente, a imensa maioria dos programas maliciosos tem o objetivo de roubar dinheiro ou praticar algum crime que traga vantagens econômicas ilícitas para os criminosos por trás dos ataques. O fato de que alguns países que detêm tecnologias altamente avançadas não figurarem entre os cinco primeiros da lista pode indicar que eles realizam um esforço maior em termos de aplicação de leis eficazes para combater esse tipo de ataque. Um exemplo pode ser o Chile.
Hospedagem de malware nos servidores da web

A lista a seguir mostra a distribuição de malware instalados em servidores web por região.
Comparado à 2010, os países que hospedam a maior quantidade de programas ainda são o Brasil e o Panamá.
imageNo entanto, podemos perceber que o Paraguai caiu do 3° para o 13° lugar. Isso indica que, internamente, algumas medidas práticas foram tomadas para mitigar a situação e eliminar contas utilizadas para hospedar malware.
Provavelmente, outras medidas adicionais foram tomadas, resultando na queda acentuada da posição do Paraguai.
O modelo paraguaio deve realmente ser copiado por todos os países, pois as medidas adotadas no país impactaram diretamente na redução da taxa de cibercrimes.
Vulnerabilidades mais comuns
Lamentavelmente na América Latina ainda não se pensa, nem se age de maneira a se antecipar às vulnerabilidades e suas correções necessárias (patches). Pirataria e cultura são dois fatores-chave nesta questão.
A vulnerabilidade mais comum, e a número 1 encontrada nas máquinas da região, é a 41340 (classificação de acordo com a Secunia) do Adobe Reader: os criminosos conseguem explorá-la e acessar o sistema de forma remota. O interessante é que essa vulnerabilidade foi descoberta em setembro de 2010 e, após seis meses, muitos usuários ainda não instalaram os patches correspondentes.
Em segundo lugar está a vulnerabilidade 41917 da aplicação Adobe Flash Player. Da mesma maneira, essa vulnerabilidade foi descoberta em outubro de 2010, mas há muitos usuários que ainda não tomaram as medidas necessárias para instalação dos patches. Ao explorar essa vulnerabilidade, os criminosos conseguem remotamente acessar o sistema e informações confidenciais sem serem detectados pelos próprios mecanismos de segurança do sistema operacional.
O 3° lugar da lista é ocupado pela vulnerabilidade 43262, que corresponde ao Sun Java e que permite aos criminosos comprometer o sistema, passando por cima da segurança, gerando ataques de recusa de serviço na máquina comprometida e conseguindo acesso não-autorizado às informações confidenciais do usuário.
Locais dos ataques
image
Como se pode ver, a maior parte dos ataques ocorre diretamente na máquina do usuário, quando ele usa dispositivos USB ou se conecta a outros recursos. No entanto, é interessante notar que 43% de todos os incidentes estão relacionados a ataques provenientes dos servidores de internet. Os criminosos já entenderam há muito tempo que a web é o melhor vetor dos ataques, pois está sempre disponível e pode ser utilizada por qualquer usuário em qualquer lugar do mundo. Ou seja, o mesmo ataque dirigido a usuários de um país pode funcionar com usuários de outra nação, uma vez que ambos tenham acesso à rede mundial de computadores.
Com este objetivo, os criminosos têm se esforçado, não só com a criação de sites maliciosos por meio do registro de domínios descartáveis, como também por meio de invasão (hacking) de servidores legítimos e populares entre os internautas. Os usuários que aparentemente visitam uma página confiável podem também tornar-se uma vítima fácil para os criminosos se a página em questão estiver comprometida e tiver um dos exploits mencionados anteriormente em vulnerabilidades (veja mais informações sobre esse ataque no artigo Visite seu site favorito e seja infectado).
Conclusões
Os dispositivos USB e as páginas de internet são os principais meios de infecção usados pelos criminosos na América Latina. Tantos os usuários domésticos como as empresas deveriam adotar políticas de gestão seguras para esses dispositivos. Por exemplo, uma das melhores práticas é desabilitar o processamento do arquivo "autorun.inf" nos sistemas operacionais Windows. Em alguns casos, as empresas também podem optar por uma política mais definitiva, como a proibição total do uso das memórias de armazenamento de informações em dispositivos USB enquanto outros dispositivos USB podem ser permitidos.
É importante também filtrar os conteúdos web, principalmente em empresas onde os funcionários acessam todo o tipo de recursos da internet. As estatísticas mostram que é possível reduzir significativamente a quantidade de ataques bem sucedidos no ambiente corporativo com a filtragem responsável e pré-determinada do conteúdo online.
Além disso, é preciso pensar e agir para enfrentar as vulnerabilidades que surgem no dia-a-dia. É importante que todos os usuários adotem essa prática permanentemente. Usar patches nos sistemas e aplicações é uma boa prática para ajudar a reduzir a probabilidade de se tornar vítima de crimes cibernéticos.
Esta matéria foi uma produção da Assessoria de Impresa da Kaspersky Lab, parceira Qualitek.

Kaspersky alerta sobre novo golpe Blackhat SEO com o video caseiro que mostra o esconderijo do Bin Laden


Vídeo caseiro que mostram o esconderijo do Bin Laden gera golpes na internet
A morte de Osama Bin Laden continua gerando golpes virtuais para infectar o computador dos usuários curiosos. Após a divulgação dos vídeos caseiros sobre o morte do terrorista, Dmitry Bestuzhev, especialista da Kaspersky Lab, publicou um post sobre os recentes golpes utilizando as imagens para atrair os internautas curiosos.
Confira abaixo o resumo do post:
O governo dos EUA liberou alguns vídeos caseiros de Osama Bin Laden em seu esconderijo paquistanês. Imagens do vídeo foram utilizadas no golpe Blackhat SEO, na qual os criminosos utilizam termos de busca populares para direcionar as pessoas para malwares. Muitos sites legítimos foram atacados e explorados para direcionar o internauta a um novo domínio malicioso que, por sua vez, explora vulnerabilidades do computador.
Recomendações da Kaspersky Lab para se manter seguro:
1. Seja cauteloso na busca de informações sobre as últimas notícias, sempre quando possível acessar diretamente os sites/ fontes.
2. Os anúncios no Facebook, que parecem bons demais para ser verdade, provavelmente são. Se você clicar em anúncios do Facebook, nunca divulgue informações pessoais ou confidenciais.
3. Certifique se o computador está atualizado com todas as atualizações de software (navegador, plug-ins - como o Java - e outras atualizações de segurança).
4. Use um software antivírus atualizado para adicionar outra camada de segurança em seu computador, evitando que sites mal-intencionados instalem malware na máquina. Por exemplo, todos os usuários das soluções Kaspersky Lab estão protegidos.

Kaspersky Lab faz previsão de cibercrime até 2020

São Paulo, 10 de maio de 2011 – A Kaspersky Lab, líder no desenvolvimento de conteúdo seguro e soluções de gestão de ameaças, apresenta previsões sobre os perigos digitais para o período entre 2011 e 2020. A análise foi baseada nas principais mudanças e desafios ocorridos na área da segurança da informação durante a última década, principalmente com relação ao impacto que as tecnologias de última geração provocaram no desenvolvimento dos novos computadores pessoais, telefones móveis e sistemas operacionais.
De acordo com os especialistas da empresa, as tendências mais importantes dos últimos dez anos (2001-2010) foram:
· Mobilidade e miniaturização, dispositivos cada vez menores com acesso à internet, tornando as redes wireless o método mais popular de conexão.
· Transformação no desenvolvimento de vírus para o crime cibernético.
· Liderança do sistema operacional Windows nos computadores pessoais.
· Intensa concorrência no mercado de plataformas móveis sem uma liderança definida.
· Redes sociais e mecanismos de busca se tornaram os principais serviços online da atualidade.
· O mercado de compras pela internet gera receitas que ultrapassam o orçamento anual de alguns países.
A principal mudança que ocorrerá na próxima década será o fim do domínio do Windows no mercado voltado ao uso pessoal. Mesmo com a prevalência dessa plataforma no segmento corporativo, os consumidores terão contato com uma variedade cada vez maior de sistemas operacionais alternativos. É interessante ressaltar que até agora o número de dispositivos com acesso à internet, que englobam a plataforma Windows, é quase o mesmo que os equipamentos integrados à outros sistemas e, ocasionalmente, pode ser superior à quantidade de produtos com o padrão Microsoft.
A variedade de novos sistemas operacionais afetará ainda o processo de criação de ameaças, pois os cibercriminosos não serão capazes de desenvolver códigos mal-intencionados para um grande número de plataformas. Com isso, eles terão duas opções: atacar múltiplos sistemas operacionais e ter o controle de diversos dispositivos ou especializar-se em afetar os sistemas Windows nas empresas. Para a Kaspersky, a segunda opção provavelmente será a mais atraente, pois, até 2020, os ataques direcionados aos usuários se tornarão cada vez mais complexos devido a padronização dos sistemas de proteção de pagamentos eletrônicos e serviços bancários online e pela adoção da identificação biométrica.
Essas mudanças afetarão as técnicas de criação de vírus à medida que os sistemas operacionais evoluírem. Muitos criminosos cibernéticos que atacavam o Windows terão que se tornar adeptos a explorar os sistemas de última geração para manter “seu lugar ao sol”. Para isso, eles precisarão solicitar a ajuda dos desenvolvedores mais jovens, capazes de criar códigos mal-intencionados para as novas plataformas. No entanto, essa situação não irá continuar para sempre e ela deve se desenvolver até chegar a uma “guerra” entre os diferentes hackers e grupos de hackers.
Em 2020, os cibercrimes, provavelmente, serão divididos em dois grupos. Um grupo será especializado em ataques às empresas, às vezes sob encomenda. As espionagens comerciais, roubos de bancos de dados e ataques à reputação organizacional terão uma alta no mercado negro. Os hackers e os especialistas da área de TI entrarão em confronto no campo de batalha virtual. As agências federais de combate ao crime cibernético deverão se envolver no processo e terão que lidar, principalmente, com plataformas Windows e com as mais recentes versões dos tradicionais sistemas *nix.
Já o segundo grupo se especializará nos ataques que impactam a vida diária das pessoas comuns, como transporte público e outros serviços. O sustento dessa nova geração de hackers terá como foco a exploração desses sistemas para livre utilização, além de remover e alterar dados pessoais de outros usuários para proveito próprio.
A tendência de uso da internet sendo um recurso popular de comunicação, entretenimento, notícias e como uma ferramenta especialmente projetada para o comércio virtual e pagamentos online deve continuar aumentando. A “base de usuários online” se expandirá sustentada pelos dispositivos móveis e inteligentes, capazes de usar a rede para trocar e transferir informações sem a necessidade de intervenção humana.
As Botnets (redes zumbis), uma das mais potentes ameaças da área de TI atualmente, evoluirão drasticamente. Elas incorporarão, cada vez mais, dispositivos móveis baseados na internet, fazendo com que os computadores zumbis que conhecemos atualmente tornem-se coisas do passado.
A convergência afetará ainda as ferramentas e tecnologias de comunicação resultando em um grande aumento das taxas de transferência de dados e aperfeiçoando a comunicação virtual para muito próxima da vida real. Até 2020, a comunicação via internet por meio de teclados só existirá em filmes antigos, obrigando a criação de novas maneiras para disseminar mensagens indesejadas (spam) para endereços no mundo inteiro. O primeiro passo será os alvos dos spams, que deixarão de ser os desktops e passarão para os dispositivos móveis. O volume de spam móvel crescerá drasticamente, enquanto o custo das comunicações web encolherá, devido ao desenvolvimento intensivo de sistemas de comunicação celular. Consequentemente, os usuários se preocuparão menos com as ameaças por meio do recebimento de material promocional indesejado.
O velho ditado “Conhecimento é poder” será mais importante do que nunca. A guerra pelos meios de coleta, gestão, armazenamento e uso de informações sobre tudo e todos, definirá a natureza das ameaças na próxima década, tornando a proteção da privacidade um dos principais temas da década.
Sobre a Kaspersky Lab
A Kaspersky Lab é a maior empresa privada de segurança da internet, fornecendo proteção contra todos os tipos de ameaça de TI, como vírus, spywares, hackers, spams entre outros. Os seus produtos proporcionam mais defesa para usuários domésticos, PMEs, grandes empresas e internet móvel; protegendo mais de 300 milhões de sistemas ao redor do mundo.
A tecnologia Kaspersky também é incorporada dentro dos produtos e serviços de aproximadamente 100 indústrias líderes de TI, redes, comunicações e fornecedores de aplicativos. Mais detalhes sobre a empresa estão disponíveis em http://brazil.kaspersky.com/. Siga a @Kaspersky no Twitter e no Facebook www.facebook.com/KasperskyLabAmericas.
Para atualizar-se com tendências e informações técnicas de ameaças de seguranças, acesse: www.securelist.com e siga @Securelist no Twitter.
As últimas novidades do mundo de segurança você encontra em http://threatpost.com/. Siga @Threatpost no Twitter.

Kaspersky Lab quer conquistar a terceira posição entre as maiores empresas de segurança do mundo em 2011

São Paulo, Brasil - 5 de abril de 2011 – A Kaspersky Lab, empresa líder no desenvolvimento de soluções de conteúdo seguro e de administração contra ameaças, anuncia mudanças na sua estrutura organizacional com o objetivo de se tornar, em 2011, uma das três maiores fornecedoras de soluções de segurança para endpoint do mundo.

"Neste ano, estamos mais próximos do que nunca de atingir um marco histórico e, para que isso aconteça, precisamos sustentar a mesma taxa de crescimento dos últimos anos e nos manter à frente da concorrência. Ao alinhar esses objetivos com nossas equipes regionais presentes em todo o mundo, esperamos nos tornar a terceira maior empresa de segurança no mercado global até o final de 2011”, afirma Eugene Kaspersky, CEO e cofundador da Kaspersky Lab.

Os resultados da empresa em 2010* registraram crescimento em todas as regiões. Em termos mundiais, a receita aumentou 38% em comparação ao ano anterior, ultrapassando US$ 500 milhões. Em ordem crescente de sucesso, os mercados regionais se desenvolveram da seguinte forma: Europa, com faturamento de US$ 218 milhões, subindo 16%; Américas, com aumento de 68% e receita de US$ 134 milhões; e região Ásia-Pacífico e Japão, com um crescimento extraordinário, da ordem de 111%, e receita de US$ 55 milhões. Os resultados de 2010 também foram comemorados pela empresa na CEI (Comunidade dos Estados Independentes), Europa oriental, Oriente Médio e África, onde as vendas atingiram US$ 131 milhões, um aumento de 35% em relação a 2009.

Essa expansão global demonstra que a Kaspersky Lab tem tudo para se tornar uma das três principais fornecedoras de soluções de segurança para endpoint**. Como parte da estratégia de crescimento para aumentar a participação de mercado, a diretoria da empresa iniciou um processo de aperfeiçoamento da estrutura organizacional com a criação de duas áreas estratégicas: desenvolvimento de produtos e vendas global.

Um dos principais fatores responsáveis pelo crescimento da Kaspersky Lab tem sido sua tecnologia, desenvolvida internamente e usada como base para todos os produtos da empresa. A partir de março de 2011, a empresa reforçou esse processo com a criação de uma divisão dedicada a supervisionar a estratégia nas três áreas de atuação: produtos e serviços para o consumidor, soluções corporativas e licenciamento da tecnologia a terceiros. O responsável por este desafio é Petr Merkulov, antigo diretor da divisão de Alianças Tecnológicas, que assume o cargo de diretor de produtos.

"Nossa meta é manter a liderança em todos os setores em que atuamos e, por isso, precisamos continuar desenvolvendo nossos produtos e soluções e atendendo a demanda do mercado", afirma Merkulov. "O vasto conhecimento internacional da empresa no combate às ameaças virtuais é uma grande vantagem na área de segurança da informação e queremos garantir que esse know-how traga benefícios reais aos nossos usuários. Com a criação de uma divisão exclusiva para o desenvolvimento de produtos e serviços, as avançadas soluções da Kaspersky Lab serão mais integradas, oferecendo aos usuários uma proteção ainda mais completa".

A diretoria da empresa também decidiu rever a abordagem regional de vendas e criou uma divisão específica para desenvolver e manter uma estrutura comercial global que será responsável diretamente pelas vendas e marketing na Europa e América do Norte.

Para essa nova divisão, Steve Orenberg, antigo diretor executivo da Kaspersky Lab Américas, assume o desafio como diretor de vendas. "Agora somos uma empresa internacional com uma estrutura global de vendas. Ao integrar todas as unidades em uma única divisão, conseguiremos implantar uma abordagem unificada para negociar com parceiros e clientes globais, garantindo dessa maneira um alto nível de serviço para usuários de todos os países", garante Orenberg.

A Kaspersky Lab planeja concluir as mudanças na estrutura organizacional até o fim do primeiro semestre de 2011. De acordo com a diretoria, o novo modelo de administração centralizada possibilitará o desenvolvimento mais eficaz dos negócios em todo o mundo, garantindo crescimento estável e fortalecendo a posição da empresa no mercado mundial de segurança da informação.

*Receita não auditada.

**A Kaspersky Lab ocupa a quarta posição no índice Worldwide Endpoint Security Revenue by Vendor, 2009, da IDC.

###

Sobre a Kaspersky Lab
A Kaspersky Lab é a maior empresa privada de segurança da internet, fornecendo proteção contra todos os tipos de ameaça de TI, como vírus, spywares, hackers, spams, entre outros. Os seus produtos proporcionam mais defesa para usuários domésticos, PMEs, grandes empresas e internet móvel; protegendo mais de 300 milhões de sistemas ao redor do mundo.

A tecnologia Kaspersky também é incorporada dentro dos produtos e serviços de aproximadamente 100 indústrias líderes de TI, redes, comunicações e fornecedores de aplicativos. Mais detalhes sobre a empresa estão disponíveis em http://brazil.kaspersky.com/. Siga a @Kaspersky no Twitter e no Facebook www.facebook.com/KasperskyLabAmericas.

Para atualizar-se com tendências e informações técnicas de ameaças de seguranças, acesse: www.securelist.com/e siga @Securelist no Twitter.

As últimas novidades do mundo de segurança você encontra em http://threatpost.com/. Siga @TP_BR no Twitter.

Mensagem Falsa de Suposto Webmail tenta Enganar Usuários

A mensagem abaixo é um típico caso de Engenharia Social. Ela informa ao usuário que o ambiente do seu webmail passará por uma mudança de plataforma e pede que o mesmo informe suas credenciais respondendo ao email enviado.Porém, o usuário vê como remetente o email info@upgrade.com e ao clicar em responder, a mensagem vai para webmail_upgrade_2010@mail.com.
Não obstante, além de ter credenciais válidas para promover ataques de Spam, Phishing, etc, os autores deste ataque podem ainda criar uma base de emails válidos confirmados, que pode ser vendida para os spammers por um bom preço no mercado negro.



Rodrigo Jorge
Qualitek

Wikileaks: Atenção!!!

Phishing: agora personalizado com seu CPF

São Paulo, Brasil, 23 de novembro de 2010 – Usuários brasileiros foram atacados por uma interessante mensagem de phishing na semana passada: a abordagem é feita apresentando o nome completo e o número do CPF da vítima, numa tentativa de legitimar a falsa mensagem, fazendo com que o destinatário acredite na mensagem e clique no link malicioso.

A mensagem usa os nomes e logomarcas dos grandes bancos brasileiros e tanto no campo “assunto” quanto no corpo da mensagem apresenta o nome completo de quem a recebe, além do número do seu CPF.

O CPF é o número que identifica cada cidadão brasileiro perante o governo. O número é muito importante, uma vez que sem ele você não pode abrir conta em bancos, tirar título de eleitor, fazer empréstimos, ter carteira de trabalho ou prestar concursos públicos.
A divulgação do número deve ser controlada, pois são cada vez mais frequentes histórias sobre golpes utilizando este documento, como a do mecânico que teve seus dados roubados por estelionatários, entre eles o número do CPF e ficou com uma divida de R$ 685 mil. A posse desse número possibilita ao criminoso roubar a identidade da vítima e causar diversos prejuízos, ou em outro caso, produzir mensagens personalizadas de phishing como no caso a cima.

Vazamento de Dados

Essa não é a primeira vez que usuários brasileiros são abordados com esse tipo de golpe, que fazem uso de dados pessoais. No ano passado, clientes de uma empresa aérea foram alvo de mensagens maliciosas que mostravam não só o nome completo como também o número do cartão do programa de pontos por fidelidade.

O acesso a esse tipo de informação confidencial, geralmente, é causado a partir de incidentes de vazamento de dados – que podem ocorrer de diversas formas: desde um servidor invadido por cibercriminosos que roubam os dados ou pela perda de notebooks ou pendrives contendo informações corporativas. Infelizmente não existem muitas formas de se proteger, pois quando o usuário se cadastra em um site de comércio eletrônico e tal empresa sofrer um ataque, automaticamente os dados roubados permitem que todos se tornem vitimas em potencial.

No caso do CPF e outros dados do cidadão temos um cenário ainda mais grave, pois esse tipo de informação pode ser facilmente comprada pela internet ou em bancas de camelô.
Portanto, quando receber um e-mail, mesmo que exibindo seus dados pessoais, fique atendo e seja sempre cuidadoso.


Sobre a Kaspersky Lab
A Kaspersky Lab é a maior empresa privada de segurança da internet, fornecendo proteção contra todos os tipos de ameaça de TI, como vírus, spywares, hackers, spams, entre outros. Os seus produtos proporcionam mais defesa para usuários domésticos, PMEs, grandes empresas e internet móvel; protegendo mais de 300 milhões de sistemas ao redor do mundo.
A tecnologia Kaspersky também é incorporada dentro dos produtos e serviços de aproximadamente 100 indústrias líderes de TI, redes, comunicações e fornecedores de aplicativos. Mais detalhes sobre a empresa estão disponíveis em http://brazil.kaspersky.com/. Siga a @Kaspersky no Twitter e no Facebook www.facebook.com/KasperskyLabAmericas.

Para atualizar-se com tendências e informações técnicas de ameaças de seguranças, acesse: www.securelist.com/e siga @Securelist no Twitter.

As últimas novidades do mundo de segurança você encontra em http://threatpost.com/pt_br. Siga @Threatpost no Twitter.

Kaspersky Lab rumo ao mundo da Fórmula 1

São Paulo, Brasil, 12 de novembro de 2010 - - A Kaspersky Lab, empresa líder no desenvolvimento de soluções de administração de conteúdo seguro, anuncia a parceria com a escuderia Ferrari para as temporadas de 2011 e 2012 da Fórmula 1. Na final do Grande Prêmio de Fórmula 1 de 2010, em Abu Dhabi, neste domingo (14 de novembro), a empresa oficializará o patrocínio com a equipe de corrida mais famosa do mundo.

A primeira iniciativa da Kaspersky Lab no mundo do automobilismo foi no início deste ano, quando a empresa patrocinou a equipe AF Corse, da Ferrari, para o Campeonato Le Mans Series. Após esta estréia estimulante, a empresa decidiu ampliar sua parceria com a Ferrari para a Fórmula 1 e, a partir do ano que vem, os fãs da equipe da Ferrari e da Fórmula 1 poderão observar a logomarca da Kaspersky Lab nos carros da equipe. Com esta ação, a Kaspersky Lab está reforçando sua estratégia de elevar a marca à escala global.

“Quando fazemos algo na Kaspersky Lab, estamos sempre buscando fazer melhor do que os outros e, o mais importante, fazer de forma diferente”, afirma Eugene Kaspersky, CEO e co-fundador da empresa, antes de revelar as motivações por trás da parceria. “Ao investirmos no desenvolvimento da marca, temos que fazê-lo apenas com as empresas que compartilham com os nossos valores, o que significa que elas devem ser inovadoras, líderes, que tenham compromisso com a qualidade e um desejo contínuo pelo sucesso. Por estas razões estamos muito animados com a parceria com a Ferrari – a equipe de Fórmula 1 mais reverenciada do mundo”.

Compartilhando os mesmos desejos de excelência em tudo que fazem, as marcas Kaspersky Lab e Ferrari são famosas mundialmente pelo seu desempenho, inovação tecnológica e alto nível de confiabilidade. Ambas também adotaram os nomes de seus fundadores e tanto Eugene Kaspersky quanto Enzo Ferrari são executivos inovadores e extremamente bem-sucedidos, que transformam seus sonhos em realidade. Outra sinergia entre as empresas é a questão da segurança, enquanto a Kaspersky Lab tem lutado numa batalha de alta-tecnologia contra programas maliciosos por mais de 13 anos, protegendo a vida digital de mais de 300 milhões de usuários em todo o mundo, a Ferrari ostenta um status mundial pela sua superioridade tecnológica e segurança de seus carros. As duas empresas estão ligadas ainda pela velocidade - a Ferrari produzindo os carros mais rápidos do mundo enquanto a Kaspersky Lab garante o tempo mais rápido de resposta aos ataques de programas maliciosos – além de líderes em seus respectivos segmentos.


Sobre a Kaspersky Lab
A Kaspersky Lab é a maior empresa privada de segurança da internet, fornecendo proteção contra todos os tipos de ameaça de TI, como vírus, spywares, hackers, spams, entre outros. Os seus produtos proporcionam mais defesa para usuários domésticos, PMEs, grandes empresas e internet móvel; protegendo mais de 300 milhões de sistemas ao redor do mundo.


A Qualitek - www.qualitek.com.br é parceira da Kaspersky e oferece as melhores soluções em Segurança da Informação para os seus clientes.

Fonte: Assessoria de Comunicação Kaspersky Lab

Índia quer bloquear serviços de mensagens do Google e Skype

17/08/2010 - 00h01
Índia quer bloquear serviços de mensagens do Google e Skype
A. G. Rojas / D. Alandete
Em Nova Déli / Washington


Índia alega razões de segurança para exigir acesso aos conteúdos dos Blackberrys e telefônicas se preparam para desbloquear aparelhos.

O Blackberry pode ser só o início. Depois de ameaçar o bloqueio das mensagens desses telefones se não obtiver acesso ilimitado aos seus servidores até 31 de agosto, o governo da Índia pretende fazer um pedido semelhante a outras empresas tecnológicas como Google ou Skype. As autoridades afirmam que é um passo necessário para controlar os ‘cibercriminosos’ e terroristas como os que executaram os atentados de Mumbai em 2008, nos quais morreram 173 pessoas.
Esse foi o resultado de uma recente reunião entre responsáveis pela segurança do Ministério das Telecomunicações e associações de operadoras da Índia, a democracia mais populosa do mundo e potência tecnológica emergente, cujo mercado de telefonia móvel tem o maior índice de crescimento do mundo. As partes envolvidas analisaram possíveis soluções para "interceptar e monitorar" comunicações codificadas, segundo revelaram autoridades indianas a órgãos da mídia como o jornal Financial Times.
"Existe um consenso de que há mais de um tipo de serviço para o qual devem ser encontradas soluções. Alguns desses serviços envolvem Blackberry, Skype ou Google." A Índia investigou seu serviço de mensagens durante mais de um ano, informa a agência Reuters.
O governo começou a notificar as 15 operadoras de telefonia celular do país de que devem se preparar para abrir as comunicações do Blackberry, para que sejam interceptadas, sob o risco de perder suas licenças. Essa tecnologia, no entanto, está sob o controle do fabricante dos equipamentos, a firma Research in Motion (RIM), que está em negociações com os governantes locais.
O temor da Índia é que terroristas usem os Blackberry para planejar mais atentados. Esses dispositivos contêm um poderoso sistema de codificação de mensagens que os torna indecifráveis para quem não tiver a senha específica. Além disso, as mensagens passam pelos servidores que a firma mantém no Reino Unido, EUA ou Canadá. Segundo vários grupos de direitos civis americanos, a legislação que deve ser aplicada nesses casos é a dos países onde ficam os servidores da empresa.
"O terrorismo neste país é uma ameaça real. Os atentados de 2008 foram coordenados por celulares e telefones via satélite. Agora nossas forças de segurança devem ter acesso a todas as redes de comunicação para defender a nação", explica Rajes Kalra, editor da "Times Internet" e analista de telecomunicações. As forças de segurança indianas também estão se preparando para a possibilidade de que os terroristas islâmicos voltem a atacar aproveitando os Jogos da Comunidade Britânica, dos quais participam ex-colônias britânicas e que se realizarão em Nova Déli em outubro.
Kalra acrescenta que os serviços de segurança devem ter acesso a todas as mensagens, sejam de Blackberry, transmitidas entre os aplicativos do Google ou através do Skype. A intromissão na intimidade dos usuários, diz, "é um mal necessário". O interesse comercial não pode ser mais importante que a segurança do país, conclui.
Na Índia, a Blackberry tem cerca de 700 mil usuários e é um dos mercados tecnológicos de maior futuro. Por enquanto, muitos dos usuários se mostram incomodados e duvidam de que essa medida melhore a segurança nacional. "É ridículo porque é só uma maneira de controlar as pessoas. O governo não se importa com a privacidade dos cidadãos, e não creio que ajude contra o terrorismo", dizia um usuário, Kartikey Shiva.
Se a RIM decidir aceitar as exigências da Índia, esse será o segundo país, depois da Arábia Saudita, que conseguirá acesso aos dados codificados entre dispositivos. O Líbano também tenta obter esse acesso e os Emirados Árabes Unidos vão proibir os serviços de Blackberry a partir de outubro.
"Na Arábia Saudita, parece que a Blackberry aceitou instalar servidores no país para permitir que as autoridades tenham acesso a essas comunicações. Até agora eles estavam no Canadá, o que criava um conflito entre as leis dos dois países, que são muito diferentes", diz Richard Bennett, pesquisador da Fundação para a Tecnologia e a Inovação Informática, de Washington.
As novas firmas envolvidas não tinham nada a comunicar no fim de semana, já que, segundo informou um porta-voz da Google, não tinham recebido notificação formal por parte do governo indiano. Para a Google, esse tipo de exigência não é nova. Como tem presença em todo o mundo, precisou se dobrar no passado às exigências de vários governos. Até março censurou seus resultados para adaptar-se às duras regulamentações da China. O mesmo fez a Skype em 2006, quando admitiu que em seu serviço nesse país apagava mensagens de bate-papo que contivessem termos proibidos pelo regime, como "massacre de Tiananmen", "dissidentes" ou "democracia".

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2010/08/17/india-quer-bloquear-servicos-de-mensagens-do-google-e-skype.jhtm

CompTIA Certification Renewal Policy


To Our Customers,


I am very appreciative of the honest feedback you have provided us regarding our recent announcement concerning CompTIA certifications. We’ve listened to what you have told us and we’ve changed the policy announced on January 11, 2010.

CompTIA will not require recertification for any current holders of CompTIA A+, CompTIA Network+ or CompTIA Security+ certification. You are not required to retest to maintain your valid CompTIA certification. Regardless of when you became certified in CompTIA A+, CompTIA Network+ or CompTIA Security+, you are certified for life.

For candidates currently preparing to sit for a CompTIA A+, CompTIA Network+ or CompTIA Security+ exam, if you pass an exam and become certified by December 31, 2010, you too will have a lifetime certification with no requirements for recertification or retesting.

Effective January 1, 2011, all new CompTIA A+, CompTIA Network+ or CompTIA Security+ certifications will be valid for three years from the date the candidate is certified. After three years, the certification must be renewed. This can be done by passing the most current exam for a respective certification or by participating in CompTIA’s upcoming new continuing education program, which will allow individuals to keep their skills current and their certification up to date without retesting.

We’ve worked hard to balance the interests of our current and future customers first and foremost, with the stringent requirements to maintain our ISO 17024 accreditation for CompTIA A+, CompTIA Network+ and CompTIA Security+. Our ISO accreditation is extremely important to us because of the global credibility it carries. Equally important is the trust our certificate holders placed in us when they became certified. We believe our new plan accomplishes both goals.
Publicar postagem
We encourage you to continue to visit www.comptia.org/renewal and http://blog.comptia.org/ for information and updates. We value your input.

Best Regards,

Todd Thibodeaux
President and CEO
CompTIA